Estrela teen de reality show inspira a primeira boneca transgênero do mundo


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A menina Jazz se tornou uma ativista da causa transgênero ainda na infância; agora, inspira boneca

Brinquedo que representa a ativista Jazz Jennings, de 16 anos, deve chegar às lojas no segundo semestre deste ano; veja história inspiradora da jovem

Jazz Jennings é uma menina fascinante. Considerada a pessoa mais nova a realizar a transição de gênero, a norte-americana de 16 anos demonstra uma coragem digna de grandes desbravadores. Sempre contando com o apoio incondicional de sua família, Jazz surgiu na mídia em 2007, quando foi entrevistada por um programa da rede “ABC”. Aos seis anos, a pequena mirou a câmera e disse: “Eu sou uma garota.”

Com o passar do tempo, a menina tornou-se uma ativista da causa transgênero . Em 2014, lançou um livro infantil (“I am Jazz”, “Eu Sou Jazz”, sem edição brasileira) no qual trata da inclusão de crianças que passam pelo processo com leveza e naturalidade. Um ano depois, a adolescente passou a ser a estrela do reality show “A Vida de Jazz”, exibido no Brasil pelo canal por assinatura TLC.


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Dois modelos da boneca de Jazz devem chegar às lojas norte-americanas no segundo semestre deste ano

Com o programa, veio a exposição internacional e, na sequência, mais um livro. Lançado no ano passado, “Being Jazz: My Life as (Transgender) Teen” – “Sendo Jazz: Minha Vida como uma (Transgênero) Adolescente” – tem tom autobiográfico e também segue inédito no Brasil. Além de tudo isso, a jovem mantém uma fundação ao lado de seus pais, ajudando crianças que passam pela mesma transformação.

A ideia de lançar uma boneca inspirada por Jazz foi do norte-americano Robert Tonner, fundador da empresa Tonner Dol Company. “Sempre procuro algo surpreendente quando estou criando uma boneca. Quando vi a primeira entrevista de Jazz, entendi melhor a situação dos transgêneros. Ela era apenas uma menina de seis anos, foi muito poderoso”, disse o empresário à revista “Forbes”.


Em entrevista ao jornal “The New York Times”, Jazz mostrou que tem total consciência da importância do lançamento de sua boneca. Em especial, para crianças que também possam vir a enfrentar o desafio da transformação. “Sempre gostei muito de brincar com bonecas, desde que era bem pequena. E isso foi uma ótima forma de mostrar aos meus pais que, na verdade, eu sempre fui uma menina”, disse a adolescente.

Dois modelos da boneca de Jazz devem chegar às lojas norte-americanas no segundo semestre deste ano. O primeiro, que deve custar US$ 89 (cerca de R$ 270), vem com o mesmo figurino usado pela estrela transgênero teen na capa de seu segundo livro. Já o segundo, traz a garota com um vestido de festa e sairá por U$ 100 (quase R$ 300).


Com informações Último Segundo

STJ absolve usuário que portava droga e foi condenado por tráfico


iG São Paulo
Acusado portava 0,7 grama de crack quando foi preso; para os ministros da Sexta Turma, não havia comprovação de que ele traficava o entorpecente

Acusado foi preso portando 0,7 grama de crack; STJ entendeu que não havia elementos que comprovassem o tráfico

A Sexta Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) cassou uma decisão do TJ-RS (Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul) que havia condenado um indivíduo a sete anos de prisão por tráfico. No julgamento, foi restabelecida a sentença de primeiro grau que enquadrara o réu no delito de porte de drogas para consumo próprio.

“As estatísticas mostram que a mudança de tratamento promovida pela Lei 11.343/2006 – que aboliu a pena privativa de liberdade para a conduta de porte de drogas para consumo pessoal (artigo 28) – não impediu um incremento substancial das condenações por crime de tráfico de drogas”, afirmou o ministro do STJ Rogerio Schietti Cruz.

O acusado foi preso em 2015 portando 0,7 grama de crack. O Ministério Público o acusou de guardar, transportar, oferecer e vender drogas, mas o juiz entendeu que não ficou provada a prática de comércio e que o entorpecente era para consumo próprio.

Ao desclassificar a conduta para porte de drogas para uso próprio, a sentença extinguiu a punibilidade, pois o acusado já estava preso preventivamente por cinco meses – punição superior à prevista pelo artigo 28 da Lei de Drogas. O TJ-RS reformou a decisão, entendendo que o fato de o réu trazer a droga consigo já era suficiente para caracterizar o delito de tráfico.

“Condenação descabida”
Ao analisar o pedido de habeas corpus , Schietti destacou que a apreensão de apenas 0,7 grama de droga e a ausência de diligências para comprovar a prática de tráfico tornaram a condenação “totalmente descabida”. Segundo ele, não há, no acórdão do TJ-RS, nenhum fato que demonstre efetivamente a prática de tráfico. A única coisa provada no processo é que o indivíduo é consumidor de droga.

O relator considera que o caso representa um problema que não foi resolvido pela nova Lei de Drogas. “A Lei 11.343 não determina parâmetros seguros de diferenciação entre as figuras do usuário e a do pequeno, médio ou grande traficante, questão essa, aliás, que já era problemática na lei anterior (6.368/1976).”

Rogério Schietti ressaltou que, no ano seguinte à vigência da atual Lei das Drogas, houve um aumento de 38% das prisões por tráfico , e tais estatísticas permaneceram expressivas em todos os anos seguintes, culminando em um aumento de 480% das prisões por tráfico nos últimos dez anos.

Excepcionalidade

Em seu voto, acompanhado por unanimidade pelos demais ministros da Sexta Turma, Schietti lembrou que a jurisprudência considera inviável discutir a desclassificação de conduta criminosa em habeas corpus porque isso geralmente exige o exame de provas, o que não é admitido nesse contexto processual.

Entretanto, o magistrado do STJ destacou que o caso julgado é excepcional, pois o indivíduo – primário e com bons antecedentes – foi preso com apenas 0,7 grama de crack e condenado a sete anos de prisão em regime fechado (um ano para 0,1 grama), quando a sentença reconheceu que não havia prova de venda de droga. Além disso, Schietti assinalou que, para a desclassificação da conduta e o restabelecimento da sentença, não havia necessidade de exame de provas, mas apenas de revaloração jurídica dos fatos já reconhecidos no acórdão do TJ-RS.

Com informações Último Segundo

Medicamento “milagroso” para artrose tem venda proibida pela Anvisa


Canela de Velho/ Divulgação
Remédio Canela de Velho, da empresa Mario Augusto de Souza, não possui registro, notificação ou cadastro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária

Remédio vendido para artrose contém em sua formulação a planta Miconia albicans desidratada e triturada

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu a fabricação, distribuição e comercialização do medicamento Canela de Velho, da empresa Mario Augusto de Souza. O produto é vendido como “a cura milagrosa da artrose”, mas não possui registro, notificação ou cadastro na Agência. A resolução foi publicada no Diário Oficial na nesta sexta-feira (17).

O remédio contém em sua formulação a planta Miconia albicans desidratada e triturada. Segundo a Anvisa, não é possível esclarecer qual é a parte da planta utilizada para a confecção do chá com indicações terapêutica contra a artrose , também chamada de osteoartrite.

Além do medicamento não ter registro na agência, a Mario Augusto de Souza também não tem autorização de funcionamento na Anvisa. O proprietário da empresa afirmou que ainda não foi notificado da resolução e alegou que vende a folha in natura.

Segundo o site da Canela de Velho, “a planta medicinal Canela de Velho (Miconia albicans) tem sido um santo remédio para quem tem dor nos joelhos, dor nas articulações e dores na coluna”. A empresa diz ainda que “a Canela de Velho é um tratamento para artrose sem contraindicação”.

Artrose
De acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia, a artrose é a doença do grupo de ‘reumatismos’ mais frequente nos ambulatórios, representando cerca de 30% a 40% das consultas.

As mulheres são as que mais sofrem com o problema. Entretanto, se a osteoartrite no sexo feminino afeta mais as mãos e os joelhos, nos homens o problema maior está na articulação coxofemoral – do fêmur com a bacia.

Em relação à faixa etária, o risco de desenvolver a doença aumenta com o passar dos anos: é pouco comum antes dos 40 e mais frequente após os 60. A doença causa desgaste da cartilagem articular e alterações ósseas.

A artrose pode ocorrer sem causa conhecida, mas entre as já registradas estão problemas como defeitos das articulações, joelhos com desvios de direção e até alterações do metabolismo.

Com informações da Agência Brasil

Conheça Hilda, a pin-up plus size perdida desde os anos 1960


Como a personagem voluptuosa desafiou os padrões de beleza da época e virou símbolo do empoderamento feminino nas redes sociais

Poucos ícones da cultura pop são capazes de mexer com o imaginário masculino como as pin-ups. Seminuas, esguias, cabelos cuidadosamente desarrumados, elas são a mais perfeita tradução do sex appeal norte-americano dos anos 1950 – e, por consequência, de boa parte da civilização ocidental. Em uma era em que muito sobrava para a imaginação e pouca coisa era escancarada.

Ao mesmo tempo em que Marilyn Monroe, Jayne Mansfield e Bettie Page compunham a santíssima trindade das pin-ups de carne e osso, inúmeras personagens fictícias ajudaram a tornar o estilo ainda mais popular nos apimentados calendários e revistas de meados do século passado. Mas nenhuma delas conseguiu atravessar as décadas com a personalidade de Hilda.

Criada pelo ilustrador Duane Bryers (1911-2012), famoso por seus desenhos do Velho-Oeste, a personagem ganhou destaque nos anos 1960. A receita do sucesso era a mistura exata de uma personalidade libertária com formas generosamente voluptuosas. Golaço. 

Mas todo ciclo chega ao fim e, depois do auge, veio o ostracismo. Enquanto as hippies do genial Robert Crumb chegavam com tudo, Hilda foi para o fundo do baú.

Seu resgate aconteceu há poucos anos, quando algumas ilustrações da ruivinha pintaram na internet. Hoje, há várias páginas dedicadas a ela. Uma das bacanas está no Facebook, na qual os fãs compartilham imagens e discutem a importância da pin-up plus size para o empoderamento feminino neste século 21. Vai lá!


Reprodução/Facebook 
Conheça Hilda, a pin-up plus size perdida desde os anos 1960 que é sucesso na web


Reprodução/Facebook 
Conheça Hilda, a pin-up plus size perdida desde os anos 1960 que é sucesso na web 


Reprodução/Facebook 
Conheça Hilda, a pin-up plus size perdida desde os anos 1960 que é sucesso na web


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Conheça Hilda, a pin-up plus size perdida desde os anos 1960 que é sucesso na web


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Conheça Hilda, a pin-up plus size perdida desde os anos 1960 que é sucesso na web


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Conheça Hilda, a pin-up plus size perdida desde os anos 1960 que é sucesso na web


Reprodução/Facebook 
Conheça Hilda, a pin-up plus size perdida desde os anos 1960 que é sucesso na web

Com informações Último Segundo

Médica revela os riscos de usar telefones celulares no banheiro


Seja honesto: você costuma usar seu smartphone quando está sentado no banheiro fazendo as suas necessidades?

Muitos de nós fazem isso. Um estudo da Sony concluiu que 75% dos norte-americanos checam seus celulares no banheiro, e pesquisas anteriores apontaram que metade das pessoas tem este hábito.

No entanto, esta é uma péssima ideia, já que expõe o celular a bactérias prejudiciais, que podem causar e espalhar doenças.

Em uma entrevista para a SBS, a Dra. Anchita Karmakar explicou: “Partículas de ar e de água se aderem às pequenas entradas dos telefones celulares”.

“Além disso, as capinhas geralmente são feitas de borracha, o que ajuda a criar um ambiente quente e agradável para as bactérias”.

O problema piora pelo fato de que muitos de nós usam o telefone durante as refeições, aumentando a chance de infecções.

A Dra. Karmakar disse: “Mesmo que você não use o telefone enquanto está sentado no vaso sanitário, você ainda está com ele nas mãos quando entra e sai do banheiro, e isso é suficiente para que as bactérias fiquem no celular enquanto você ainda não lavou as mãos”.

Rob Waugh

Por falta de pagamento, agentes funerários invadem enterro e "sequestram" morto


Funcionários do mortuário decidiram agir durante funeral quando família de defunto fugiu com o corpo sem pagar taxa de aproximadamente R$ 100 reais

Agentes funerários decidiram levar defunto de volta ao mortuário e mantê-lo como garantia até que a dívida fosse paga

Uma cerimônia de enterro em Gana foi interrompido por agentes funerários que foram até o caixão e “sequestraram” o defunto. Familiares do falecido e convidados do velório filmaram a cena, inconformados, e publicaram no YouTube. O incidente foi causado por questões financeiras.

Os homens, que trabalham no mortuário de um hospital local, reportaram que a ação realizada durante o funeral foi motivada por uma dívida não paga pela família. Os agentes funerários cobram 150 Cedi ganeses (R$ 104 reais) para vestir o corpo, e os parentes do morto teriam se recusado a paga esta taxa.

“Familiares decidiram fugir com o corpo depois que o agente o vestiu. Quando descobrimos o que tinha acontecido, ficamos bravos e por isso agimos no cemitério”, disse um dos 'sequestradores'.


Para resolver o problema, os agentes funerários compareceram ao Cemitério Comunitário de Tema, no último sábado (11), minutos antes de o cadáver ser enterrado.  Foi assim que dois homens se aproximaram do caixão e pegaram o corpo. Eles levantaram o falecido e o apoiaram em seus ombros, caminhando para fora do cemitério.

“Apesar de termos tirado o corpo do caixão com a intenção de levá-lo de volta ao mortuário como garantia até que a dívida fosse paga, alguns simpatizantes interferiram mais tarde e foi negociado um valor de 100 Cedi (aproximadamente R$ 70 reais), que nós aceitamos, devolvendo o cadáver para que pudessem dar continuidade ao enterro”, contou o agente.

Mortuário
Essa não é a primeira vez que funcionários de mortuário roubam a cena em Gana. Em 2015, uma polêmica surgiu depois que um dos funcionários alegou que fazer sexo com os cadáveres era parte do treinamento para seguir a profissão.

Além disso, o homem disse ter transado com os corpos “muitas, muitas vezes”, afirmando que podia satisfazer seu desejo sexual no mortuário já que não era capaz de se relacionar com nenhuma garota fora de seu ambiente de trabalho.


Ele disse, ainda, que todos os agentes funerários eram obrigados a cumprir essa tarefa mórbida. “É parte do treinamento que você deve fazer porque, depois de transar com os cadáveres, você passa a não ter mais medo deles”, disse. 

Aos 89 anos, médica russa é considerada a cirurgiã mais velha do planeta



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Alla Ilynichna Levushkina chega a fazer quatro operações por semana em um hospital de Moscou e já realizou mais de 10 mil intervenções cirúrgicas

Médica russa Alla Ilynichna Levushkina é considerada a mais velha cirurgiã em atividade no planeta

A relação entre paciente e médico é uma das mais delicadas do nosso tecido social. Quem já enfrentou uma operação sabe que confiança é fundamental. Num mundo ideal, sem filas intermináveis ou consultas que duram um piscar de olhos, um médico capaz de transmitir segurança e conhecimento faz toda a diferença para quem está prestes a deitar na mesa de cirurgia.

Isto posto, pinta a questão: qual seria a sua reação, caro leitor, se fosse um dos pacientes da russa Alla Ilynichna Levushkina? Aos 89 anos, a médica é considerada a mais velha cirurgiã em atividade no planeta. Você teria coragem suficiente para entregar sua vida nas mãos da simpática senhorinha que aparece nas fotos desta página?

Segundo o jornal russo “Kommersant”, Alla Ilynichna Levushkina já realizou mais de 10.000 intervenções cirúrgicas

Ao menos para os pacientes do Hospital Ryazan, em Moscou, a resposta é um sonoro sim. Com 68 anos de carreira, Alla segue firme e forte em sua profissão, e continua a fazer uma média de quatro operações todas as semanas. Segundo o jornal russo “Kommersant”, a médica já realizou mais de 10 mil intervenções cirúrgicas. E não tem planos de aposentar o bisturi tão cedo.

Alla começa a trabalhar às oito da manhã, todos os dias da semana. Primeiro, ela faz uma ronda pelos quartos do hospital e atende alguns pacientes. Por volta das 11 horas, a médica ruma para o centro cirúrgico. Lá, um assistente a ajuda a subir em uma pequena plataforma, já que a médica tem apenas 1,5 metro de altura. 



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Atualmente, ela mora em um pequeno apartamento, onde cuida de um sobrinho deficiente e de seus oito gatos

“Não é uma profissão, e sim um estilo de vida”, disse a cirurgiã ao jornal russo. “Por que um cirurgião viveria, senão para trabalhar? A aposentadoria não tem nada a ver comigo”, afirmou. Em um país no qual as mulheres param de trabalhar com cinquenta e poucos anos, em média, Alla é um exemplo totalmente fora da curva.

Talvez, um dos motivos para a longevidade da médica seja sua vida pessoal. Alla nunca se casou, nem teve filhos. Atualmente, ela mora em um pequeno apartamento, onde cuida de um sobrinho deficiente e de seus oito gatos. “Não conheço o segredo para ter uma vida longa. Como de tudo, sou muita risada e choro bastante.”

Em sinal de gratidão às décadas de trabalho duro, o governo russo concedeu recentemente o título de melhor médica do país a Alla. Um prêmio mais que merecido e inspirador.

Mamografia aumenta o risco de câncer? Veja os mitos e verdades


Exame ainda é o mais eficaz na hora de se detectar um tumor na mama, entretanto, boatos podem fazer mulheres desistirem do procedimento

Mamografia deve ser feita anualmente a partir dos 40 anos pelas mulheres, diz a Sociedade Brasileira de Mastologia

A mamografia é o exame recomendado para identificar tumores na mama que ainda são assintomáticos, que não podem ser notados nos exames físicos. Entretanto, ainda existem muitos boatos sobre o assunto e mulheres com medo de realizar o procedimento.

iG entrou em contato com o  Dr. Bruno Mancinelli, mastologista da Clínica da Mulher do Hospital 9 de Julho, para saber quais os mitos e verdades sobre a mamografia . Confira:

A mamografia aumenta o risco de câncer na tireoide
Mito. A própria Comissão Nacional de Mamografia, formada pelo Colégio Brasileiro de Radiologia, a Sociedade Brasileira de Mastologia e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia,

“A dose de radiação para a tireoide durante o exame é extremamente baixa: menor que 1% da dose recebida pela mama. Isto é equivalente a 30 minutos de exposição à radiação recebida a partir de fontes naturais como o sol."

Mamografia dói
Verdade. Durante o exame, as mamas são comprimidas e, por conta disso, a mulher pode sentir dor, mas a intensidade varia. O mastologista afirma que diversos fatores influenciam, como o método utilizado, os profissionais, o volume das mamas, se a paciente está no período menstrual ou não. Ainda assim, a dor não pode impedir que a mulher faça a avaliação.

Mulheres com silicone podem fazer o exame
Verdade. Nenhuma situação impede a realização da mamografia. O importante é escolher bem os profissionais.

O exame pode ser substituído pelo autoexame ou exame físico
Mito. O autoexame é essencial para a mulher conhecer o próprio corpo e reconhecer se há algo de errado. Entretanto, um tumor só pode ser sentido quando já está maior. Um especialista, por exemplo, só consegue palpar nódulos com cerca de um centímetro ou mais. Já a mamografia é capaz de identificar tumores com meio centímetro.

E no caso do câncer, quanto antes o diagnóstico for feito, maiores são as chances de cura. Segundo Mancinelli, quando detectado no estágio inicial, a chance de cura pode chegar próximo a 100%. Além disso, o tratamento também pode ser menos invasivo.

A mamografia pode ser substituída por ressonância magnética ou ultrassonografia
Mito. Os exames como a ultrassonografia podem ser usados para complementar o diagnóstico. O especialista explica que também são indicados em casos mais complexos, como os de mulheres com mamas muito densas, por exemplo. Entretanto, nada substitui a mamografia.

Autoexame é essencial para a mulher conhecer o corpo e reconhecer se há algo de errado, mas não substitui a mamografia

Quando fazer o exame?
De acordo com a Sociedade Brasileira de Mastologia, o exame deve ser feito anualmente a partir dos 40 anos de idade por todas as mulheres. Já aquelas com histórico de câncer de mama na família deve passar a realizar regularmente aos 30 anos.

Dr. Bruno Mancinelli explica que a mamografia não é feita em jovens com 25 anos ou menos porque as chances de se encontrar um problema são muito baixas. “Só é feito quando há uma forte suspeita clínica. Nesta faixa etária, o exame físico é suficiente.” 

Com 500 quilos, mulher mais gorda do mundo passa por cirurgia bariátrica


Paciente teve de ser transportada em um avião cargueiro do Egito para a Índia; para sair do quarto, equipes de resgate precisaram de um guindaste

A egípcia Iman Ahmad Abdulati, considerada como a mulher mais gorda do mundo, será operada na Índia

Considerada como a mulher mais gorda do munda, a egípcia Iman Ahmad Abdulati passará por uma cirurgia de redução de estômago que poderá salvar sua vida. O procedimento será feito na Índia depois que um dos principais cirurgiões bariátricos do mundo se ofereceu para operá-la gratuitamente.

mulher , de 36 anos, pesa cerca de 500 quilos e, segundo seus familiares disseram ao jornal britânico “The Mirror”, ela não sai de casa há mais de 25 anos. Ela teve de ser retirada de sua casa com um guindaste, que a levou, na cama, para o veículo que fez o transporte até o aeroporto. Uma das paredes do quarto dela precisou ser quebrada para viabilizar a passagem.

Para viajar de Alexandria, no Egito , para Mumbai, na Índia, Iman teve de ser colocada em um avião de carga. Sem escalas, um voo entre as duas cidades dura entre oito e nove horas.


Transporte da mulher, que pesa 500 quilos, foi feito por meio de guindaste; ela voou para Índia em avião cargueiro

cirurgia será feita pelo médico Muffazzal Lakdawala, apontado como um dos principais especialistas do mundo. Ao jornal “Daily Mail”, ele afirmou que a paciente ainda terá de passar por outros procedimentos, que deverão demorar pelo menos um ano para serem concluídos. O primeiro deles será a implantação de um balão gástrico para preencher parte do sistema digestório.

A meta de Lakdawala é fazer com que Iman perca aproximadamente 400 quilos em dois anos. O especialista reconhece os riscos da cirurgia. Entretanto, alerta que deixa-la na situação em que se encontra, sem qualquer tipo de intervenção médica, seria ainda mais perigoso. “Sua vida está em risco”, disse ao “Daily Mail”. "Temos que tomar precauções especiais neste caso para garantir que não há problemas no pulmão ou o risco de um coágulo de sangue”, acrescentou.

Histórico
A família de Iman diz que ela nasceu com aproximadamente cinco quilos e foi logo diagnosticada com elefantíase, uma infecção parasitária que provoca inchaços nos membros. Aos 11 anos, sofreu um AVC (Acidente Vascular Cerebral) que a deixou acamada, fazendo com que iniciasse sua trajetória de ganho de peso.

Apesar de Lakdawala ter se voluntariado para fazer a cirurgia, a mulher quase foi impedida de entrar na Índia , já que as autoridades locais inicialmente, se recusaram a autorizar a entrada dela no país. O médico utilizou suas redes sociais para pressionar o governo indiano a facilitar os trâmites e liberar a imigração. 

Menina nasce com órgãos para fora do corpo, que são protegidos por saco plástico


Estômago, intestino e ovário da pequena Elliotte Sargent se desenvolveram fora do abdômen, mas, após cirurgia, menina deve crescer sem complicações

Elliotte Sargent recebendo o carinho de seus pais, Mary e William, quando ainda estava internada no hospital

A pequena Elliotte Sargent, da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, nasceu em setembro do ano passado. Porém, logo que foi retirada da barriga da mãe, precisou imediatamente passar por uma cirurgia. Alguns de seus órgãos, como o estômago, intestino e ovário, estavam para fora do corpo.

A menina foi diagnosticada com gastrosquise, uma malformação fetal que causa uma abertura na região abdominal. A cirurgia para fechar a barriga da bebê começou com um procedimento de duas horas, mas nem tem todos os órgãos foram colocados no lugar correto porque não havia espaço suficiente. Os que ainda ficaram para fora foram cobertos por um saco plástico para evitar exposição. Depois disso, a própria força da gravidade seria responsável por encaixá-los no corpo de Elliote.

No total, ela ficou 63 dias no hospital até que pudesse receber alta. Foram dias em monitoramento até que uma nova cirurgia pudesse fechar por completo a abertura na região abdominal. “Finalmente, eu pude segurá-la. Foi um momento incrível. Completamente maravilhoso”, afirmou Mary Sargente, mãe da menina, em entrevista ao site Daily Mail.

Entretanto, só no 19º dia internada é que Elliote pode mamar pela primeira vez na mãe. Até então, ela só havia recebido a alimentação necessária por meio de aparelhos. “Vê-la tomando meu leite no peito foi muito emocionante.”
De acordo com os médicos que acompanham o caso, a menina passa bem e dificilmente precisará passar por novas cirurgias no futuro.

Gastrosquise


Segundo médicos, apesar de Elliotte ter nascido com órgãos para fora do corpo, ela não deverá ter complicações

A malformação foi descoberta no ultrassom que diria se Mary estava esperando por uma menina ou um menino. Por conta da gastrosquise, a parede abdominal de Elliote não se formou corretamente, deixando os órgãos expostos após o nascimento.

Segundo revisão feita por Hans Walter Ferreira Greve, membro do departamento científico da Sociedade Brasileira de Pediatria, em 2014, a incidência varia de 1 a 5 casos por 10 mil nascidos vivos, não havendo predileção por gênero.

Felizmente, nenhum dos órgãos que estavam para fora de Elliote parecem ter sido afetados pela exposição. A menina, hoje, é só sorrisos nas fotos compartilhadas pela mãe em sua rede social. “Ela é meu milagre”, afirmou Mary. 

Jovem americana leva tiro na testa ao salvar pai de tentativa de suicídio


Por causa do tiro, Brittany Howard agora tem uma placa de metal na cabeça, recebeu enxerto de pele e ainda deve enfrentar três cirurgias reparadoras

Aos 24 anos, Brittany Howard levou um tiro ao tentar retirar uma arma das mãos de seu pai, que ameaçava suicídio

Uma mulher levou um tiro na cabeça enquanto tentava impedir que seu pai cometesse suicídio. Brittany Howard, de 25 anos, ficou com um ferimento grave quando um tiro acertou sua testa e a bala ficou alojada 2,5 cm dentro de seu cérebro.

A jovem, que é mãe de três filhas, conta que o incidente aconteceu no dia 14 de janeiro, no estado do Texas, nos Estados Unidos. Ela recebeu uma ligação de sua mãe dizendo que seu pai estava “agindo de forma estranha”. Quando chegou à casa de seus pais, encontrou o patriarca com uma arma em mãos, ameaçando cometer suicídio .

Assustada, Brittany tentou tirar a arma de suas mãos antes que o pior acontecesse. “Nós dois empurramos a arma e, de alguma forma, ela disparou. [A bala] entrou três centímetros no meu lobo frontal, então eu tenho uma placa de metal na cabeça”, disse.

Passadas apenas três semanas do acidente, a jovem mãe está se recuperando de forma "miraculosa", conforme reportou o tabloide “The Sun”. Ela recebeu um enxerto de pele no nariz e ainda deve ser submetida a três cirurgias reparadoras.

Apesar de tudo, ela não culpa o pai pelo ocorrido e garante que ainda ama ele. Brittany insiste que foi um acidente que deixou machucados dos quais ela pode se recuperar, “diferente da cicatriz que ficaria se tivesse perdido seu pai”.

Consequências
Depois do ocorrido, o pai da garota passou por uma mudança em sua perspectiva de vida. “Ele está completamente diferente. Ele mudou completamente e, às vezes, um acidente trágico ou uma tragédia são necessários para mudar a forma como as pessoas encaram a vida”, afirmou a jovem.

Brittany criou um financiamento coletivo para quem puder colaborar com doações para pagar o custo de seus tratamentos médicos. Além disso, está organizando um evento beneficente para aumentar ainda mais a arrecadação. Até o momento, ela recebeu US$ 4.375 (aproximadamente R$ 13,6 mil) e sua meta é chegar aos 10 mil dólares (pouco mais de R$ 31 mil reais).

Felizmente, seu pai não cometeu suicídio, mas por causa do acidente deverá enfrentar acusações por provocar lesão corporal grave a um membro de sua família, utilizando uma arma. A data do julgamento não foi divulgada. 

"Me sinto em prisão domiciliar", diz morador do Espírito Santo; veja depoimentos


Estado enfrenta sexto dia seguido sem policiamento nas ruas; policiais militares pedem 100% de aumento e população se vê sem direito de ir e vir

A partir de hoje, o Espírito Santo deve contar com o patrulhamento de 1.850 homens das Forças Armadas e da Força Nacional

As voltas às aulas foram adiadas. As unidades de saúde, os bancos, as repartições públicas e boa parte do comércio estão fechados e andar na rua é sinônimo de coragem. Os supermercados, porém, estão lotados, com longas filas, cheios de capixabas que temem dias piores e já estão estocando comida em casa. Essa é a realidade no Espírito Santo.

Nesta quinta-feira (9), os moradores do Espírito Santo  já estão no sexto dia seguido vivendo a mesma rotina: aquela que não é a deles. Muitos não conseguem sair para trabalhar e outros nem teriam como se locomover pelas cidades, afinal, os ônibus, que tinham voltado a circular pela manhã, retornaram nesta quinta para as garagens, devido à morte de um sindicalista rodoviário.

Há uma semana – que lhes parece muito distante agora –, os capixabas viviam dias normais, sem saber o que fevereiro lhes traria.

Na última sexta-feira (3), familiares de policiais militares começaram um protesto que culminou na paralisação da categoria a partir do sábado (4). Desde então, não há policiamento algum em todo o estado, o que deu início a uma onda de violência sem precedentes.

"Prisão domiciliar"
O bancário Jonatan Freire Cardoso Oliveira, de 31 anos, é morador do município da Serra e trabalha na capital capixaba. Casado e com um filho de 3 anos, Oliveira disse que está se sentindo em “prisão domiciliar” desde que a paralisação começou. Neste período, só foi trabalhar na terça-feira (7), porque os militares do Exército começaram a patrulhar as ruas, mas, segundo ele, a sensação de insegurança permanece muito grande.

“Eu e minha esposa estamos em casa, com muito receio de sair por causa dos relatos de assaltos e tiroteios. Quando saímos, é com todo cuidado”, disse. “Não temos o direito de ir e vir e saí da rotina totalmente.”

Oliveira disse ainda que precisou ir ao supermercado e ficou perplexo com o número de pessoas que compravam grande quantidade de mantimentos para estocar. “Estava muito cheio, uma coisa fora do normal”.

O bancário disse acreditar que a reivindicação dos policiais militares é justa, mas, para ele, o movimento de paralisação poderia ter sido progressivo.

Na sua opinião, a categoria tem enfrentado muitos anos de desvalorização salarial e más condições de trabalho. “A maior parte da culpa é do governo, por não ter dado pelo menos o reajuste da inflação. O salário está muito defasado. O governo deveria tentar negociar, precisa ter uma contraproposta”, acrescentou Oliveira.

"Nunca passei por isso antes"
A dona de casa Selma Chagas Garcia, de 54 anos, moradora de Guarapari, no sul do estado, disse que apenas nesta quarta (8) à noite chegaram os primeiros militares do Exército à cidade. “A situação está horrível. Tudo fechado. Não tem ônibus. Está tudo parado”. Sua filha de 11 anos está sem ir à escola desde segunda (6).

Segundo ela, foram registrados muitos assaltos na cidade. “Moro aqui há 17 anos. Nunca passei por isso antes. Roubaram muitas lojas aqui”.

Selma acredita que já havendo um “abuso” nessa paralisação. “Ouvi falar que estão pedindo 100% de aumento de salário. Não vão conseguir isso nunca. Está difícil terminar [a greve]”, completou.

Insustentável
A publicitária Amanda Fonseca Rodrigues, de 30 anos, diz que a situação no estado a fez refletir sobre a importância do direito de ir e vir, que está completamente prejudicado para a população capixaba. Moradora de Cariacica, ela está sem ir ao trabalho, em Vitória, desde o início da semana.

Amanda relatou que recebe muitas notícias e vídeos pelas redes sociais, o que acaba aumentando a sensação de insegurança. Apesar de ter parentes que são militares e entender o pleito da categoria, para ela a situação no Espírito Santo tornou-se insustentável para a população.

*Com informações da Agência Brasil.